terça-feira, 31 de julho de 2012

Morremos Jovens




Morremos Jovens


Olhe para átras
e veja mil anos
que passaram zástras
como o sangue dentro de nós


morremos jovens para
vivermos na história
o vampiro contará
com caninos a nossa glória


estarei ao seu lado
até que a vida nos separe
vemos o sol acabado
até que a luz pare


a escuridão é a liberdade
o sangue é a união
o dia é a saudade
do teu sangue no meu coração.


Arthur Nett
17/06/2012

Chama da Paixão





Chama da Paixão

 
Para sempre no seu coração
começará a queimar
a chama da paixão
aquecendo a nossa febre de amar

 
o calor pouco a pouco
consumirá o tempo
que voa como louco
livre como o vento

 
anjos cantando no Paraíso
da sua alma quente
do fim dos tempos ao seu sorriso
vejo tudo que sente

 
vivo sozinho com você
com sentimentos no caminho
indo e vindo embora tudo que vê
cada beijo de era será o nosso ninho.

 
Arthur Nett
14/05/2012

domingo, 29 de julho de 2012

Vive á liberdade



Vive á liberdade

Estava muito escuro
tudo já tinha acabado
só existia o nosso amor puro
o céu sem estrelas e voçê ao meu lado

desgarrado como o Astro
que brilha e percorre
no caminho do rastro
deixado pelo que nunca morre

a poeira das estrelas
vive a liberdade
voçê é a bela das belas
um segundo sem voçê é saudade

guardo o azul do Céu
no seu gloss cintilante
seu beijo o doce mel
na minha pegada de amante.

Arthur Nett
17/06/2012

Bode Preto




Bode Preto

Odeio tudo que é vivo
tudo que conheço morrerá
sempre estarei a salvo
pois a vida não me conheçerá

rodo o mundo
sem passar o tempo
cada segundo
é eterno como o vento

sou temido pelo bode
preto pois sou o senhor
eterno das trevas que tudo pode
minha presa é a chama da dor

coleto o sofrimento nas vítimas
das mais fortes traições
me alimento com as últimas
gotas dos mais tenros corações.

Arthur Nett
07/02/2012

sexta-feira, 27 de julho de 2012

O Encanto da Escuridão




O Encanto da Escuridão

Me acorde quando o Sol morrer
estarei envolto ao doce veludo
na câmara mortuária do crescer
afagando o fogo do seu cabelo

somos livres como o vento
bem alto longe do chão
nossa existência será eterna como o tempo
que houver o encanto da escuridão

para sempre no coração
das mais profundas trevas
onde o cobertor de lama cobre a solidão
e as raizes dos pecados são as ervas

eu sei o que sente
quando vê o sangue jorrar
assim como a fé mente
a sua inocência irá sangrar.

Arthur Nett
25/04/2012

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Flor Delicada



Flor Delicada

Uma flor delicada
plantada na sua pele macia
você é minha amada
antes da paixão que conhecia

o tempo nos esquece
o amor é o nosso solo fértil
que em beijos cresce
a pétala perfumada e frágil

sou um anjo belo
te acompanho pela vida
o fogo so seu cabelo
queima a minha partida

seu beijo chove
na minha boca
gotas de nove
vidas na paixão louca.

Arthur Nett
14/05/2012

terça-feira, 24 de julho de 2012

Tempo de Vida






Tempo de Vida

Quando o amor cego
for o amor verdadeiro
a paixão será o folego
do nosso desejo primeiro

mais uma página será
escrita em segredo
cada palavra crescerá
livre sem nenhum medo

cada ano será um capítulo
cada beijo um começo
sem pensar no título
esquecendo o preço

o tempo da vida virá milhares
de páginas do tempo
onde o dilúvio de olhares
pertence ao vento.

Artrhur Nett
01/05/2012

Viveremos para Sempre



Viveremos para Sempre

Viveremos para sempre
na paz de espírito
no sangue do ventre
que vive no grito

desejos oriundos de debaixo da lama
onde a morte é negra e a vida é vermelha
no veludo mais macio é a nossa cama
só o destino do medo nos espelha

nada mais é sagrado
desaparecem as nuvens na escuridão
sempre estarei ao seu lado
pois salvei as lágrimas do seu coração

da morte que será fiel
nas gotas de sangue da eternidade
maculando nossa alma do inferno ao Céu
entre a cruelade e a maldade.

Arthur Nett
01/05/2012

Caminho do Rio




Caminho do Rio

No rio do meu coração
todas as estrelas se põe a brilhar
no levante da eterna paixão
navegando na beira do amar

o vento lá fora
pertence a saudade no frio
que com o seu beijo vai embora
seguindo o caminho do rio

entre o perfume das flores
viro a segunda pele dela
entre os beijos e amores
ela é minha e eu sou dela

no curso do rio do amor
vejo a perfeição do momento
calado escutando a voz do amor
escondida no mais profundo sentimento.

Arthur Nett
01/05/2012

sábado, 21 de julho de 2012

Cavaleiro da Escuridão




 
Cavaleiro da Escuridão

Você é uma dama da luz
e eu um cavaleiro da escuridão
você carrega Jesus
no fundo do coração

os cantos do mundo são o dia
as noites caladas são a voz
o Sol é a a sua melodia
as trevas se calam por nós

os dias e as noites são de Deus
ele não me conhece
as trevas nunca me dão adeus
na luz , no breu voçê não me esquece

a morte é um dia que vale ser vivido
todas as almas do inferno
sabem que jamais serei esquecido
seu sangue mortal,me faz eterno.

Arthur Nett
17/07/2012

Curitiba




Curitiba

Nenhum lugar no Mundo todo
tem o enorme coração branco
de Curitiba onde o frio é consumido
pelo Sol se pondo no azul franco

apenas num sonho penso sobre mim
tão lento quanto o possível me encontro no botânico
na palma da vida cada rua e avenida é o jardim
 a praça é a menina dos olhos catatônico

suas vielas me levam tão longe pelo caminho
kennedy liberto até o Portão
o feixe de luz cruza a avenida sozinho
iluminando o momento com raízes no coração

cada dia é um folha de amor
tão perto,tão longe por um segundo
Curitiba tem a alma de uma linda
seu perfume é uma andorinha pelo Mundo.

Arthur Nett
17/07/2012

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Jogue os Dados




Jogue dos Dados

As alturas parecem tão pouco
nas profundezas rochosas do oceano
aceito seus desafios como um louco
nosso amor nivelado a cada ano

as horas são de ouro
acostamento do Polo Norte
minutos predadores do tesouro
avenidas á estrela da sorte

olhe a fuga pra átras
me veja te guiando
escape pra onde te satisfaz
meu dom te congelando

jogue os dados lá fora
olhe o cavalo selvagem
sentenciado a ir embora
vencer é apenas chantagem.

Arthur Nett
01/05/2005

Solitário De Turqueza



Solitário de Turqueza

Você acende o cenário da minha imaginação
abro os olhos nos binóculos da sua alma
seus lábios são a dobra doce do meu coração
desejos crescem as alturas como grama

escapo a mágia do palco
ao espaço íntimo da platéia
nas suas margens de talco
seu destino engolido pela minha teia

seu anel solitário de turqueza
meus músculos seu descompasso
minhas mãos sua fraqueza
harmonizando s3eu compasso

dirija do sul ao norte
com curvas leste ao oeste
sou o ás de espadas da sorte
seu futuro é o meu presente.

Arthur Nett
01/05/2011

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Sabores das Trevas



Sabores das Trevas

Bem longe os ricos sabores das trevas
todos os dias pertecem á escuridão
sou o filho do dragão vermelho primitivo das ervas
malabares das faíscas da explosão

vim do Olimpo esmagador do filho pródigo
onde o toureiro anda em cacos de vidro
faço parte da irmandade sombria do nefasto código
o rio dos meus olhos repousa no vidro

não entendo a linguagem de Deus
mais interrogo todos os sinais do Diabo
investigados por anjos do adeus
parque nivelado pelo que tem chifre e rabo

açúcar mascavo em raízes amargas
alpinista sombrio de troncos negros
a frieza de folhas negras incontaveis sobrecargas
o cavaleiro branco mente em nome dos seus anjos negros.


Arthur Nett
02/04/2011

Aliança de Fenix




Aliança de Fenix

Perco o sono no perímetro do meu receio
entro na luz dos seus sonhos
sobrevivo no calor do seu seio
suas unhas corroem meus espinhos

solidão a dois de onix
núcleo da semente ruim
queima a aliança de Fenix
tijolos do castelo no seu jardim

hipersônico ainda me lembro
da sensação em complô
exalando seu perfume de dezembro
comandando nosso amor retrô

himeneu da sua época e meu tempo
cerimônia dos segundos de bronze
meia volta na crença do vento
primitivo doze alcança onze.

Arthur Nett
29/04/2011

Rosto de Anjo



Rosto de Anjo

Brilha o talento dos seus desejos ocultos
pilares de sal no seu calor me esquenta como conhaque
ilhas libertão nossa inocência em vultos
na escuridão da noite ficamos sem sotaque

provocamos os treze de fora
envolvidos as runas do vão da porta
o encantamento da víbora faz irem embora
a dopamina do meu beijo te deixa morta

negro como a noite meu longo sobretudo
descongela a euforia do animal no cio
a floresta dos seus desejos evidência tudo
inocentes e malditos de um mero pio

escadaria que brilha os castiçais como teclas de pianos
tocam Wagner com o pisar do seu salto agulha
tenho a maldiçaão do rosto de anjo por dez mil anos
minha língua de fogo incendeia sua pura fagulha.

Arthur Nett
01/04/2011

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Noites Brancas



Noites Brancas

Subiram a colina
sobre o céu noturno
em noites brancas como menina
amanhece o amor eterno

olho nos olhos da semente
que foi plantada no seu coração
com raízes no que sente
meu beijo é o seu grão

na noite o raio sincero
fluoresce a paixão
o dia todo te espero
com versos do luar no coração

voa longe a estrela
na luz do Sol pura
você é bela
possui maciez e ternura.

Arthur Nett
31/01/2012

domingo, 15 de julho de 2012

Velho Oeste




Velho Oeste

Relógio de corda na floresta cortejada
chalé nos caminhos de trilhas
cavalgarei até o fim da sua estrada
carona de beijos a vinte milhas

sorrateiros na varanda
meia noite no velho oeste
minha estrela de xerife anda
na sua renda de leste a oeste

o Mustang matando a sede na fonte
no varal o vento surra a calça de montaria
duelo de beijos no alto do monte
bravo desejo no fogo que eu queria

a liberdade é só poeira para o garanhão
chapéu do Arizona e coldre da California
seu corpo foge da batida do coração
seu vestido esbaforido com perfume de petúnia.

Arthur Nett
06/08/2011

sábado, 14 de julho de 2012

Parque das Rosas



Parque das Rosas

O Céu amanhecendo no pombo molhado
noites em claros no canto dos pássaros
seus olhando brilhando no meu telhado
beijos de primavera na chuva a píncaros

vento forte na estrela primogênita
nos campos das plantações dos sonhos
semeio e conquisto seu aroma de violeta
planto sua flor da pele no céu dos carinhos

parque das rosas onde voa o pardal
flores do Paraíso á espera do colibri
beijos sagrados num amor celestial
noites maldormidas no brilho que nasce aqui

corta a luz nos caminhos do Astro
escada em cantos no seu ritmo feito
toda parte sua forma o astral deixando rastro
no nosso amor de pétalas no dia perfeito.

Arthur Nett
06/08/2011

Willy Wonka



Willy Wonka

Woopa Loompa vivendo o momento
no bolo gigante com pedaços de chocolate
creme batido no seu sentimento
cada beijo vira chocolate

massa de baunilha ganhando corpo
woopa loompa dançando de costume
meu morango absorvido pelo seu corpo
sua beleza dança no doce volume

chantilly fazendo a estrada no topo
doçura sem limite de velocidade
nosso banho de chocolate no copo
denso chocolate com pedaços de verdade

montanha na rocha do recheio
willy wonka moldado a parede de noz
dita a nossa esteta no recreio
nuvens de algodão doce esperando por nós.

Arthur Nett
05/08/2011

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Caminho sem Volta



Caminho de Volta
Noites dos anéis de Saturno na Terra
dias longos do Titã a solta
estou sozinho na Terra
sem saber o caminho de volta

estrelas cadentes no carrossel
círculos da Lua em Berlim
quando estiver no Céu
se lembrará de mim

Alemanha no Universo jovem
atmosfera erótica na terra firme
as brumas aos beijos se consomem
escrevo nas estrelas o nosso filme

um via de mão dupla lunar
o cometa pousa na Lua
minhas estações cruzam o seu amor
sua estrela a mercê da minha Lua.

Arthur Nett

03/08/2011