domingo, 30 de setembro de 2012

Castelo do Ar





O Castelo do Ar

O castelo do ar

possui a mariposa
que voa por voar
ao te ver como minha esposa

as estrelas do Céu

fez se apagar
ao toque seu
ao me amar

a terra engole o sal

o pássaro canta
ao ver o belo casal
que inspira e encanta

o beija-flor contempla as flores

no perfume florescem
o mais belo dos amores
que só os anjos conhecem.


Arthur Nett

15/09/2012

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Lado a Lado





Lado a Lado

Prende as lágrimas da paixão
sem grades na cela
vivo preso no coração
lado a lado eu e ela

cada dia é um segundo
em cada beijo
maior que o mundo
cresce o desejo

vivemos a dois
todos passam
ficam pra depois
se acabam

sobre a água cumprindo
a Era que é uma pena
no seu corpo escondido
ao seu beijo me condena.

Arthur Nett
24/09/2012

Coração das Trevas





Coração das Trevas

No breu do desejo
começo a te amar
eu sento e vejo
a vida passar

o fim nunca chegou
ele está cego
com o sangue que acabou
nas gotas de fogo

o coração das Trevas partindo
ao ver o amor infernal
com as algemas se partindo
ao ver a aliança do bem e o mal

o demônio sabe sobre nós
das almas que compõe nossa melodia
o inferno com os corpos compôs
o soneto antes da luz do dia.

Arthur Nett
24/09/2012

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Ruas de Fogo






Ruas de Fogo

Longe onde as ruas de fogo
esperam o voo das borboletas
com um beijo apago
o solo pra nascerem às borboletas

no tempo cinza
crescem, amadurecem
com o calor da brisa
e o pesar da nuvem

o calor da chama
com fragrância de flor
sua paixão pelo meu nome chama
com pétalas envoltas ao amor

a chuva lava o desejo
fervendo o solo da saudade
que sente no meu beijo
o aquecimento da eternidade.

Arthur Nett
24/09/2012

Blood Rose




Blood Rose

Cremation writes to sighs
defiling human nature
we live like vampires
killing overnight mundane

the human wall day after day
praying over the years
with no more purpose in cowardice
swim in the blood of the Oceans

the sun has a sudden death
the guardian angel reads his will
My particularly versed in your girl
My feeling his blood gets dizzy

Night after collapses into ashes
Your spirit is my first victims
in the garden of bodies to ashes
its pink blood is my lawful the consort.


Arthur Nett
30/07/2011

Circo Primitivo






Circo Primitivo

Iniquo á corda bamba da febre
demônio no elenco do circo primitivo
palhaços inocentes pulam a lebre
fuzilada pelo sino furtivo

os sinais estão mortos
sonhos dormem no pesadelo
verdades afogadas nos portos
mentiras postadas com selo

luz da manhã presa no tabernáculo
mutante que anda sobre a chuva salobra
capítulo fundo na corcunda do versículo
de braços invasores que libertam a obra

enrolam as gramas da nuvem
abrem os novelos do chão
revelando o sol e sua ferrugem
centrando o lobo no cifrão.

Arthur Nett
01/05/2011

Beijos de Aquário





Beijos de Aquário

 

Laços feitos do seu antiquário

me prendem ao fio vermelho

da bomba doce dos seus beijos de aquário

molhados e sinceros como o espelho

 

esquis dos meus versos
rompem o frio e o gelo
da sua boca e olhos dispersos
no urso polar da língua singelo

engarrafo as nuvens de algodão
de respostas improvisadas ao seu drama
surpresa sente o alivio da minha mão
o degelo no seu cabelo cor de chama

uma noite parece um minuto
uma semana parece uma hora
doce chegada como um fruto
e amargo como ir embora.

Arthur Nett
21/04/2011

Demônio da Ópera





Demônio da Ópera

Terra preta inópia
abóboda celeste inócuo
flui sangue da pia
berlinda chacinada no vácuo

mil voltas do penhasco
ruído do encontro de punhos
submarino cava seu casco
inimigos prestam testemunhos

deserto afogado na areia
anjos afundando na Terra
ao formoso e terrível canto da sereia
a face da paz em manifesto berra

chifres no demônio da Ópera
última volta do relógio
pitoresca maldição impera
olhando pra trás o inferno pródigo.

Arthur Nett
30/04/2011

Tranças da Rapunzel







Tranças da Rapunzel

Dou asas ás borboletas do seu jardim
encorajo as lágrimas o bobo da corte
caía do alto da torre até mim
meu trono em êxtase é seu forte

beije os pés do ar calce os sapatos da cinderela
deixe a chuva secar
linguagem corporal a luz de vela

as tranças da Rapunzel são á cortina
dos aposentos iluminados por vagalumes
meu ombro é o poema que te fascina
o trovão é a batida do ciúmes

o Sol lava o começo da nossa Era
brindamos água e vinho para o reverendo
ao coral encantado da bela e a fera
nuvens rebeldes vão esfumaçando.

Arthur Nett
28/04/2011

domingo, 23 de setembro de 2012

Lakes Crystalline




Lakes Crystalline



On the first day of autumn
flowers caster sugar belt
Its principle is the serene pine
with leaves that fall in that feel like

the ceiling higher dew
guard the fairy tale of the day
the sheep sleeping in the shade of dew
night of passion in the love of the day

free time on wings of the eagle
pestilo in grid cell
lacquer guide me on the way
by crystal clear lakes to the beautiful blossom

aged wood in d'Ivoire
illuminated the sky with the mist
the cold of the night you brought for me
roots of tulips bury their hurt.

Arthur Nett
30/07/2011

Unique longhairs Ones




Unique
longhairs Ones


Unique beings we longhairs
twilights of skyscrapers to the forests
our hair soft as velours
won the faithful and ingrates

of the Round Table the long hair of King Arthur
strength and vitality of the metal which is everlasting
to hardrockers and their extravagance and glamor
the four boys from Liverpool who wore tailored suit

Vikings' passing Johnny Depp to Ozzy
the hairy are the largest in history
tamed guitars like dragons want more than just a shot
our present victorious, let us not forget a past of glory

Even jesus is the greatest of all haired
in Brazil, America, Europe till Japan
conquer seas as pirates before the silent screen
secret garden in the world are angels and demons forming one nation.

Arthur Nett
26/02/2011

Мажестик саги




Мажестик саги


Душа его поднимается ваше тело падает
губами к моему милосердию
гипноза в пальцах его исчезает страх
вступление в Цепи, как букет

Наш карточный домик отмечен
Королева потеряла корону
у меня на руках чувствует, что его сила вновь
Наши величественные саги броню, которая летает

Вы не играете с землей
Мои ноги чувствуют себя бархатные
оставляя наши печали, идя
тошнит от зеркала подземелья

Океаны, когда мои губы
впадают в банках своих рек
сползание его корону как мудрый
царящая бурь и парусный спорт без дрожи.

Arthur Nett
28/03/2011

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

O Vampiro





O Vampiro

Vagando pela noite adentro
tão lento quanto o possível
não possuo Deus como centro
meu beijo de sangue grosso é inesquecível

irei te matar com certeza
e você irá me dar tudo que quero
eu sou aquele que Deus teme a ardileza
ele sabe que não o temo nem o espero

a morte será conquistada
ao longo de milhares de anos
você será minha amada
e seu corpo será jogado nos Oceanos

eu sou o vampiro que mata a sua fome
viveremos lado a lado com a morte
meu veneno no sangue consome
ate o homem de mais forte.

Arthur Nett
17/09/2012




Meus Dias





Meus Dias

Antes do começo dos sonhos
tudo era saudade
olhando nos seus olhos
sinto a pura liberdade

o Sol desponta
na nuvem dos sonhos
onde o beija flor
canta os nossos caminhos

o primeiro amor no primeiro beijo
onde só a Lua vê
com apenas um beijo
eu me lembro de você

o tempo em estrelas solitárias
encontram o lugar amado
pelo resto dos meus dias
quero viver ao seu lado.

Arthur Nett
05/09/2012

Life in Darkness



Life in Darkness


In the stone wall evildoers will crawling
cowardice in retreating alive
my fangs in your jugular to sewing
your highest good slaughtered in my salivary

children in diabolical demon of the illusion
Morpheus in his eyes in tears
touch your life in darkness
my poison is lethal his corner

feeling the bone
rain coming
his flesh in Focusing
feeling his blood

Hemlock buried in the mausoleum
leaving your heart bleeding
his lost soul in heaven
my desires stuck his jugular vein.

Arthur Nett
05/08/2011

Chalice of Merlot





Chalice of Merlot


Wines in the pact's first dance
crossing the hall of white wine
in kisses very clear in France
radiant love in black & White

crossing the gates of the bridal suite
the chalice from the palace Merlot
in apple skin soft caresses
I drank in his glass

Mount light withdraws
in the four floors of the cake
its flower sapphire
planted in my ground

reel shelves disappearing
line of her perfume rain
my wine seeded and aging
in the land of its edge.

Arthur Nett
05/08/2011

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Tudo um Sonho




Tudo um Sonho

Tenho lágrimas nos olhos
e seu amor no coração
você nos sonhos
que não toco com a mão

tudo no seu rosto
foi feito pra mim te amar
seu beijo, seu gosto
seu desejo em me amar

seu perfume na mão
seus cabelos na almofada
olhares profundos do coração
onde minha paixão está guardada

se for tudo um sonho
quando eu acordar
quero me ver no seu olho
e sentir o prazer te amar.

Arthur Nett
20/08/2012

Os Anjos Choram




 Os Anjos Choram

O coração está frio
tomei o néctar da vida
seu sangue é o rio
choro lágrimas negras na sua partida

não importa se está vivo ou morto
em cada gota viverei
cada beijo com sangue será um conforto
por séculos do seu perfume eu lembrarei

os anjos choram sangue pelo povo
que nas noites mais escuras conheceram
o principio do fim , me servindo sangue novo
dos pecados que eles esqueceram

será um tenro funeral
de várias faces e um único fim
sentirá o meu veneno e como sou mal
seu coração ficara gélido por mim.

Arthur Nett
15/09/2012

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Vale Angelical




Vale Angelical

A morada do anjo é em regiões inóspitas
onde o Sol sempre brilha e o rio é sem fim
suas rosas são as encostas
das águas do Paraíso que cantam por mim

a nossa melodia celestial
lembra o Céu que é nossa região
onde nascemos no vale angelical
onde floresce o seu amor no coração

ela fala com anjos
no santuário dos sonhos
uso as palavras dos arcanjos
para o plantio em seus olhos

a imagem dos meus cabelos longos
te faz se sentir minha alma gêmea
em caminhos belos e longos
caminharemos pelo vale onde Deus semeia.


Arthur Nett

11/09/2012



terça-feira, 11 de setembro de 2012

Gladiator



Gladiator
 
 Battles in the blood of Romagna
 raid plague of Lombards
 stuck the Kingdom of Sardinian
 trancende eras of kings Albans

 

 cries the tempests
 Gladiator through his hair
 swimming the channel of the truths
 weights of blood and grief
 
 
                    Bracelet lost output in Raven


mirrors the sky at the Colosseum
battle with beasts condemn me to
dust in the cage your blood is mine

in the golden house of Nero in Esquelino
My sacred path traced by Romulus in the groove
branches in the seven hills the Palatino
spoils of glory immune to the grave.
Arthur Nett
17/08/2011

 

Flor Nativa




Flor  Nativa

Na montanha a flor nativa
desponta soberana e solta
cada beijo me cativa
para sua flor envolta

na renda do alto
onde só o pássaro alcança
fugaz é o canto
que enobrece a criança

nenhum lugar é um caminho
sem o voo do Falcão
que procura nas nuvens o seu ninho
que só encontra no seu coração

o Céu sem fim
não responde está calado
olha pra mim
e te vê ao meu lado.

Arthur Nett
03/09/2012



quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Opera de Metal



Opera Metal

Opera will come by land from the womb
refining the metal after breastfeeding
the wind carries the sky Mozart forever
sap the trick back in black brave and eternal

Wagner is the duet Sunflower of my steps
Bach's eyes right path
Metallica and Black Sabbath tattooing my bones
Ozzy grid loose parchment

In the window of the ocean guitar riff raw
cáfila clouds composing the melody on the piano
epitâmia sea in the sun are keys to street
parcel of eternal symphony each year

Anthrax infects lung from last to first
Iron Maiden is the bell of wind until the Grave
Fifth Symphony climbing the skyline beyond the floor
Ace of Spades poison Slayer tenderly.


Arthur Nett 
12/07/2011

Nuvens Negras




Nuvens Negras

A tarde ia morrendo
com o perfume de flor na escuridão
 eu e você nascendo
a noite é o nosso coração

somos vistos por poucos
temidos por todos
deixamos os anos loucos
pois os matamos de todos os modos

nuvens negras florescem
na flor do céu sem estrelas
os humanos sabem
ser nossas presas

plantando a nossa raça
noturna, eterna e mundana
que na noite caça
e dizima a raça humana.

Arthur Nett
06/09/2012



quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Phyto in Fairies




Fito in Fairies

The cycle of life is a witness
Exotic ventricle filled with dots
dug the needle in the opposite direction
phyto in fairy tales in their

excavation on the hood of sunroof
Venus orphan attack the last dance
fingers in the sacred rings of Saturn in the moonlight
putrefaction surface threatens

six strings at the bottom of the home
accomplices day and night of the comet
lone shining star will try
the roof of the world clash in unlabeled

timed rocket Elegance
end distance of the heart
judge of its charm and fragrance
shrewd steward of his obsession.


Arthur Nett
29/05/2011

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Beijo da Morte






Beijo da Morte
Vejo dentro do espelho
o que os olhos não podem ver
repouso no veludo vermelho
até o brilho do Sol morrer

o Sol está muito cego
a noite é minha
sou frio como o prego
que ao mogno faz companhia

o breu é um velho amigo
vê eu me embebedar com sangue novo
e no cemitério ser meu abrigo
esperando por cada um do povo

cada mulher terá sua hora
de sentir o beijo da morte
brindarei com o diabo agora
pois seu sangue me faz forte.

Arthur Nett
03/09/2012

Lábios Blindados


Lábios Blindados

O molinete dos raios da Lua
seus passos em volta
da terra sublime e nua
raízes da vasta cultura envolta

a noite nunca termina
o dia jamais começa
cabelos de fada e rosto de menina
destila seu sabor na minha taça

mergulho a aliança
no champanhe gelado
no batente da lembrança
da porta comigo espelhado

eterna condenação de uva
por passar os sinais fechados
da sua pérola fissurada pela chuva
nosso amor penerado em lábios blindados.

Arthur Nett
11/05/2011

domingo, 2 de setembro de 2012

Heavy Metal






Heavy Metal

Aqui o som não é de preto
aqui o som não é de favelado
todos se reúnem e usam preto
para ouvir o som que jamais estará acabado

enquanto existirem garotos irritados
haverá o Metal genuíno
todos ritmos passaram e estarão acabados
e o heavy metal será apenas um menino

os anos serão um predador letal
aos sons que não louvarem ao único deus
aquele que é eterno e forte o Deus Metal
ele será dos lideres e não dos sandeus

Os Deuses do Metal veem seus filhos
navegarem pelo rio que eles nasceram
uma saga que os olhos
não podem ver só podem seguir como uma religião.

Arthur Nett
29/08/2012