sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Flanco do Olimpo



Flanco do Olimpo


Nem todos os reis tem honra
nem todos os cavalos tem cavaleiro
mandado de busca na honra
as parcas do anfitrião guerreiro

linfas ao zero absoluto
herma no flanco do Olimpo
perjúrio no monte em tumulto
belo cenário no sulco profundo e limpo

rabo de cavalo branco nômade
dínamo do rastro d'água
espadachim vence a velocidade
no tesouro da espada berloque da anágua

o vento aponta as asas
no pegasus imã do alvo
suporta a couraça em brasas
perdura o império no alvo.


Arthur Nett
22/05/2011

Romance Proibido



Romance Proibido

Romance proibido com toque sexual
trovão do desejo no campo de luta
lave as mãos com o vestido sensual
iglu em chamas nos lábios de fruta

jeans justinho nas curvas
do tempo de despertar no colo sem fundos
em madeixas de morango indômitos nas chuvas
faróis neutros no berço dos escudos

usina de ideias perdulária no quadril
dimensão do pensamento desmaia
na realidade justa de vinil
com a faca nos dentes da saia

fluxo do formão no corpo emoldurado
sete cores estranhas virando uma
uniforme fashion com topete no penteado
vira á página no corpo de pluma.


Arthur Nett
26/05/2011

Rimel no Cofre


Rímel no Cofre

Um segundo para respirar
palavras certas no conto de fadas
garrafas de gelo derivadas a buscar
o chateaubriand nas taças das vidas

sangue azul batendo no coração vermelho
vida universal em clima de romance
sinos dos ventos nocivos ao espelho
o farol mostrando a direção do romance

incúria queimada na vela aromatizada
coques bolo de noiva na trincheira
no condado da flor delicada
globo de neve na estufa da cachoeira

sombra escura do seu olho claro
o lápis do olho escreve na página
do livro aberto indômito do amor raro
rímel no cofre ao segredo que fascina.

Arthur Nett
24/05/2011

Furo n'Água




Furo n'Água

Os nervos exalam o vinho espumante
couro cru num amor ácido
alusão ao útero de diamante
amor solitário jamais esquecido

correndo pela vida sutil 
escrito nos papéis de parede
calcanhares do dado gentil
pescando os momentos como rede

furo n'água da direção que veio
cremando as marcas no estranho silêncio
pavio queimado no seu seio
mordida de amor no refinamento do cio

é necessária uma noite apenas
para o tornado de línguas em coco
corpo de mulher e aroma de meninas
trilhas na floresta do coração oco.

Arthur Nett
23/05/2011

sábado, 24 de novembro de 2012

Смерть будет жить






                                    Смерть будет жить





Длинный путь в тени Теннесси

риски с горькой в раю
жив до смерти, так как я родился
Дни проходят по вечерам в Вашей улыбки

на губах в течение нескольких часов
линий крови на нашем пути
Прилив крови на берегу реки
Мое убежище в свои гнезда

темноты вернуться к жизни
проклятием звезда короля
их мясо жевать отправления
В ночь с вашей кровью brindarei

похоронен в свистку
luzidos лошадей в поле непристойной
целует змею держит его безопасным
ее тело чучела в мой яд.

Артур нетто
01/09/2011

Swiss Chocolate



Swiss chocolate


Heating the Swiss chocolate
passing around Pudding
thick cream sauce Swiss
mascavas me their bows

the bottom corner scoop
cutting the wave of bullets coconut
Live your sugar women
madrilhenhos thousand kisses are poorly

Switzerland brownies warm in the snow
Mary poppins makes tender petit cat
its shape and rebel uniform novice
Ski trails at the bottom of the dish

lightweight cotton candy flies
Lost in the ways of chocolate
his skin white as snow
scratching our desires forgotten.

Arthur Nett
22/08/2011

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Linda Amada





Linda Amada

A noite ia crescendo
com a corroboração do desejo
que pouco a pouco ia crescendo
no abraço, no beijo

uma estrela solitária
ilumina a paixão
intrépida que andaria
noite adentro do coração

a sombra não é capaz
de esconder ou apagar
algo nascido há anos atrás
a vontade de amar

o sono vai embora
na sua chegada
acorda a sua beleza agora
minha linda amada.

Arthur Nett
15/10/2012


Grito Calado



Grito Calado

No coração negro a uma mancha de sangue inocente
envenenando com a piedade
aquele que não é gente
e vive a Eternidade

o vento recebendo
um grito calado
daquela que ia morrendo
alimentando o ser desalmado

as civilizações são a poeira
nos olhos do vampiro
descartados como areia
dragados num suspiro

as viúvas dizem adeus
ao Sol que está se pondo
seus esposos encofraram Deus
e eu com o sangue deles continuo compondo.

Arthur Nett
15/10/2012

Híbrido




Híbrido

Num Mundo Inabitado
vive um ser híbrido
com a floresta crespada por todo lado
onde o amor é infindo

minhas tranças são a fonte
onde você minha bela dama
bebe a juventude do monte
as nuvens são a nossa cama

o assobio dos pássaros é vital
para sentir a alvorada
tudo na floresta se torna celestial
toco seus lábios minha amada

o aroma das flores
são as nossas cobertas
aquecendo os amores
cruzando os seixos dos rios pelas florestas.

Arthur Nett
19/10/2012


quarta-feira, 14 de novembro de 2012

2000 Anos





2000 Anos

Quando a escuridão for claridade
saberei enfim como é morrer
sem gotas de sangue na saudade
virei em dois mil anos finalmente o Sol nascer

serei poeira ao vento
serei mais um corte
no tempo gélido e lento
abraçarei minha morte

nos nossos anos de árvore
crescendo em cada primavera
teu sangue é o meu mármore
velando a minha existência e Era

estou morto e enterrado
na lapide dos homens que matei
meu corpo eterno ao seu lado
outros continuaram o que comecei.

Arthur Nett
08/09/2012

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Degraus de Xadrez





Degraus de Xadrez

Subo a escada da minha alma gêmea
vivendo uma vez nos degraus de xadrez
aponto o olhar no tabuleiro onde o peão semeia
o regime da chuva que segue as lágrimas que fez

certezas das dúvidas na limusine
onde a rainha da xeque mate no Rei
te beijo as choldras do cine
vestígios de um beijo socialite fora-da-lei

gritos nas linhas do bispo marfim
cavalos correm atrás do trem
caixinha de música toca até o fim
confins da sua alma sabe minha origem

círculos do sul regulando o norte
assumo a culpa pela sua razia
do seu corpo em cinco estrelas da sorte
toda parte sem mim estará vazia.

Arthur Nett
15/05/2011

Príncipe das Sombras





Príncipe das Sombras

Na estante do porão cavado a pá
o príncipe das sombras deu adeus
aos diurnos que bebem drinque d’água
estáticos cordeiros de Deus

cachoeira de veneno perde
a rebelião dos deuses fracos
dirigem na estrada que arde
e o pedágio são os cacos

as trevas perderam seu pino
civis como ratos de laboratório
harpas sombrias são o sino
em luzes vazias como velório

soldados de chumbo a milhas de distância
combatem o imenso tumulto
entre a fuga do amanha e a constância
da claridade que cumpre pena no vulto.

Arthur Nett
01/05/2011

Longo Anoitecer





Longo Anoitecer

O longo anoitecer do seu quarto
guindaste dos pedaços da juventude
o delineador usado no parto
nosso genes unidos na sua plenitude

a ferida da coragem aberta
por cavalos de primeira classe
corro sem bagagem na direção certa
meu beijo salta no terminal da sua face

congelo os momentos
de poeira fetal
na ruína vaza os sentimentos
e nasce a rainha de cristal

talheres do verdadeiro amor
servidos na mesa de cera
com toalha de flor
fornidos de uma nova era.

Arthur Nett
14/05/2011

Sangue no Paraíso





Sangue no Paraíso

Das profundezas da cura infame
lanço o carma da catacumba
nos portões do inferno ao céu
sábias almas evoluem a macumba

mares se abriram oferecendo
rampas planas do novo régulo
navegando rachaduras da Terra distribuindo
pergaminhos da erva daninha do espetáculo

o pirata caolho vê o céu escurecer
o rio negro derrama o mau agouro
no soldado que sente a voz interior ensurdecer
as mensagens dos profetas pra dentro

conte as gotas de sangue no Paraíso
entre o céu e o inferno sinta o mal
do combate perdido da caveira e seu sorriso
alicerces do trilho vital para o trem funeral.


Arthur Nett
21/04/2011

Azul do Céu





Azul do Céu

Nenhum segundo perde a paz
na relva da noite brota a rosa
regada com raios da lua se desfaz
o nome do dia em prosa

na fronteira meu olhar se perde
no safari pelo seu corpo de boneca
na forma certa arde
sua sensualidade de boneca

distintivos dos ritos
nome da rosa na beca
esponja dos gritos
abraço de urso na boneca

sou a curva do seu traço
onde não sei seu nome
águia presa no braço
no azul do céu com fome.

Arthur Nett
13/05/2011

Pilares de Areia





Pilares de Areia

Perto da meia noite o presságio
da armadilha do vento que bate
no xamã nativo oriundo do velho  rio
da águia gigante de pena brilhante

alcunha dos pilares de areia
jorram destemidos dias escuros
na água negra o xangô semeia
manuscritos esmerilhados de meteoros

destruída a pirâmide do Faraó
ritmo da invasão de almas devotas
vivendo nas sombras domados pelo pó
do mestre sombrio no topo com as botas

laboratório fantasma desde Adão e Eva
o xamã mar adentro do seu oráculo
exercito de dragões engolem a cidade como selva
cantando o mantra no devastado cenáculo.


Arthur Nett
14/04/2011

Love Nest






Love Nest

The maze of nature on dirt roads
no second recites the path
falling autumn leaves him grab
Shortcuts never follow in their own

the trunk is hiding Flower
sensing steps on the ground
I think the love nest
proves the sweet apple of my lap

nature is a work of art
treading the pieces of jeweler
its petals are part
my whole dream
goes beyond the postcard
the gentleness of the wind
blowing at your destination good
feeling in the way of charming.

Arthur Nett 28/08/2011

Уникальный Волосатые принципов





Уникальный Волосатые принципов

Уникальные существа, которых мы волосатые
сумерки небоскребов в лесу
наши волосы мягкие, как бархат
выиграл верным и неблагодарный

Встречи за круглым столом длинные волосы короля Артура
Сила и жизненность металл, который является вечным
в hardrockers и их экстравагантности и гламура
четверо парней из Ливерпуля, который носил костюм

Викинги ', проходящей Джонни Депп Оззи
волосатые являются крупнейшими в истории
прирученных гитары, как драконы хотят больше, чем просто одну дозу
наши нынешние победы, давайте не будем забывать прошлое славы

Даже Иисус является величайшим из всех волосатые
В Бразилии, Америки, Европы, пока Япония
conquistávamos морей, пираты до немого кино
Секретный сад в мире ангелов и демонов формирования нации.
А
rthur Nett

26/02/2011

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Minhas Tranças





Minhas Tranças

Eu vivo um sonho escondido
sou um elfo , um conto
escrito nos papiros do universo esquecido
eu serei lindo em cada conto

meu território é a fantasia
não o Planeta Terra
por mim os animas tem cortesia
o piscar da Lua encerra

florescem as flores
nas minhas tranças
prendem os amores
passeando pelos vales como crianças

sobre a sombra do girassol
te beijo os lábios sobre o ar romântico
meus cabelos longos cobrem o Sol
sua alma se lembra de mim num eterno cântico.

Arthur Nett
17/10/2012

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

память




память

Используйте вашу фотографию, чтобы зажечь огонь
тепла напоминает мне о твоих объятий
мои воспоминания горят, как древесина
Ваше тело не попадает в силу моей руки

наши воспоминания оказалось угля
Будущее наших отношений пошел в дыму
Интересно, если в напрасной
просто сохранить фотографию из нас в квадратных

не больше, и волосы на голове на моей подушке
ее духов на подушке исчезает с ветром
безуспешно пытается забыть наш смех со временем
обманутые думая, что я просто незнакомец

Наш цикл только в середине
вы мои розы, и я ваш сад
утешить меня с воспоминаниями
Вы всегда будете мое все.

Arthur Nett
23/01/2011

Latest Steps






Latest Steps


The blood of the demon defiling the pure air
the habit smelling of sulfur in chapel
in the footsteps of the devil do the fence
shadows surrounding who wants to kill me

sacred soil with roots into hell
leaves in tears of blood stem
the last steps of the eternal man
staining her white gown

the light at the end of the road
staining the dark her face
rarities in the dark sacred
the torch of hell knows your taste

innocent brick castle
sinking corpses in big lake
flames of hell burning in hair
the demon of the day dies in a fire.

Arthur Nett
28/08/2011

Mar Crespado






Mar Crespado

Desbrava bem ao Sul
virando uma épica jornada
do Mar levo o azul
pelas costas da amada

os cursos da água seguem o afloramento
lindo e gracioso sou o visitante alado
do Sul ao Norte com o aquecimento
sem o Sol só com o calor de ser amado

sigo no caminho intrépido
faminto pelo seu beijo
não sinto medo
sinto apenas o seu desejo

o mar crespado
me alimenta com a direção
na beleza do inverno sou amado
confortado pela sua paixão.

Arthur Nett
03/10/2012

A Fera





A Fera

A muitos anos atrás
habitei um castelo
na Romênia o povo era incapaz
de ver como o sangue é belo

no alto do monte
tirei sua vida
as primaveras não conte
espere o inverno e sua partida

jovem e bela
me encontra em sonhos
sombrios meus e dela
vejo azul do Mar nos seus olhos

por noites a caçar a fera
tenta ceifá-lo como apenas um homem
o vampiro já espera
e num longo beijo se consomem.

Arthur Nett
03/10/2012