domingo, 11 de janeiro de 2015

Celebre Clandestina



Celebre Clandestina

Celebre clandestina
no meu nobre destino
sua beleza me alucina
me sinto um menino

cortando o caminho
tecendo um atalho
para dama do ninho
no castelo de baralho

cartas marcadas
sem poder vencer
mãos dadas
para nunca te perder

panos cobrem o chão
a Lua preenche o Céu
no vale do seu coração
sou um anjo todo seu.

Arthur Nett

07/01/2015.


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