quinta-feira, 3 de abril de 2014

Paraíso



Paraíso

Quando te vi fiquei louco
perdi a razão 
o nunca mais era pouco
foi o cárcere do meu coração

areia do deserto
estou sem luz
tão perto
e tão longe o vento de conduz

sem rumos há tempos
só guardando a sua imagem
moinhos sem os quatro ventos
movidos pela coragem

os mesmos olhos
no mesmo sorriso
janela dos sonhos
destrancando a porta do Paraíso.

Arthur Nett
18/02/2014

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