domingo, 15 de setembro de 2013

Findando



Findando

Num Mar estranho
abre o esplendor
sobre o Céu castanho
conheceram a dor

sem piedade
sem prisioneiro
findando a Sociedade
do último ao primeiro

só ouviram gritos
e tudo sendo tirado deles
aguas salgadas desovam os primogênitos
o breu sepulta o corpo deles

deixe que a minha presa te ocupe
toda de norte ao sul
não se preocupe
apagarei nossas pegadas no tapete azul.

Arthur Nett
04/09/2013

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