terça-feira, 13 de novembro de 2012

Azul do Céu





Azul do Céu

Nenhum segundo perde a paz
na relva da noite brota a rosa
regada com raios da lua se desfaz
o nome do dia em prosa

na fronteira meu olhar se perde
no safari pelo seu corpo de boneca
na forma certa arde
sua sensualidade de boneca

distintivos dos ritos
nome da rosa na beca
esponja dos gritos
abraço de urso na boneca

sou a curva do seu traço
onde não sei seu nome
águia presa no braço
no azul do céu com fome.

Arthur Nett
13/05/2011

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