domingo, 27 de janeiro de 2013

Zéfiro do Céu





Zéfiro do Céu

A brisa na folha se consome
todo o tempo da vida
você grita meu nome
com lagrimas na partida

a própria morte dos galhos
ao rio acima do coração
nas cascas conheço seus atalhos
bravas seivas que dilaceram meu coração

zéfiro do Céu como o rosto
abrindo no vento o romance
minhas lagrimas cobrem seu rosto
meus braços abertos ao seu alcance

á vida tem sentido
vendo a baobá crescer
nunca tinha sentido
a dor de vela sofrer.

Arthur Nett
26/11/2011

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