quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Rosa Cravejada



Rosa Cravejada
Amotinado é difícil de descrever
como o sol brilha no manuscrito
exumando a rosa cravejada ao amanhacer
arrebanhando a essência em sanscrito

os caminhos desaparecem
na vara de luz da tempestade
carruagens de fogo fluorescem
desatando os nós da saudade

não tenho mais lágrimas de cervo
por conheçer a terra do seu sorriso
pinhal de pássaros que escrevo
em tecedeiras douradas do seu Paraíso

voltou pelo mesmo caminho
as ondas triangulares fogem ao Deserto
seu toque afrodisíacos com carinho
no amor sem medidas ao pier aberto
.
Arthur Nett 25/06/2011

Nenhum comentário:

Postar um comentário