quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Trovões de Camelias



Trovões de Camelias

Nunca fui tão longe atravessei continentes
por uma noite fui amante do verso singelo
corri na barra dos campos eminentes
escalei os espelhos da sua colina em degelo

perversos trovões de camelias
golpeão a distancia sua essencia
perdido em você vivo a misteriosas tragedias
acolhedora roupa íntima desnuda de evidencia

nas arterias da mansão retro
os corredores da minha alma vão além
parto na emoção da sua caçada feito metro
quer meu beijo e de mais ninguem

blefamos a trejetoória da rede do futuro
pássaros cantando pra você minha amada
no seu peito tenho doces memórias do meu amor puro
superamos o ímpossivel do suave rapel da escapada.


Arthur Nett
02/04/2011

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