terça-feira, 2 de outubro de 2012

Do Último ao Primeiro






Do Último ao Primeiro

A noite preenche o Céu
vestida de morte,
cavalgo o meu corcel
em busca da minha consorte

ela vive na luz do dia
e eu caminho na escuridão
sua voz é uma melodia
e eu sou a sombra do seu coração

abraços e beijos nocivos
aquecendo a noite nua na pele alva
os humanos permanecem vivos
a procura do veneno que salva

ao lago profundo da boca
que polpa a vida do carneiro
com o toque gélido te deixa louca
dilacera os homens do ultimo ao primeiro.

Arthur Nett
01/10/2012

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