quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Trarei á Escuridão

























Trarei á Escuridão

Minhas presas são o açoite
na sua pele alva
por mais uma noite
estará salva

por séculos no Mediterrâneo
trarei a escuridão
meu corpo é contemporâneo
ao mar de sangue do coração

a luz forjou
nossa terra inóspita
a noite acabou
e a luz conquista

as quentes carcaças
que deixamos pelo caminho
depois de uma noite de caças
voltamos pro jazigo onde é nosso ninho.

Arthur Nett
12/02/2013

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